Baile, prisión, y las dinámicas de tráfico de drogas

Sep 10, 2015 | Cultura | 0 comments

En el texto “O baile e a prisão – onde se juntam as pontas dos segmentos locais que respondem pela dinâmica do tráfico de drogas no Rio de Janeiro”, Antonio Rafael Barbosa nos inserta en el mundo de las comunidades en Rio de Janeiro que más afectadas se ven por el trafico de drogas y de como se van tejiendo e insertando los sujetos clave para realizarlo, dentro de las mismas. A su vez toma como lugares primordiales para llevar esta socialización el baile y la prisión.

O artigo pretende discutir um aspecto pouco estudado referente à organização do tráfico de drogas na cidade do Rio de Janeiro. Diz respeito às relações entre os grupos responsáveis pelo comércio das drogas e a sua capacidade de socialização nas comunidades onde estão inseridos.

Vou tratar, neste trabalho, de um aspecto pouco conhecido no que diz respeito à organização do tráfico de drogas no Rio de Janeiro. Diz respeito às relações de aliança entre os grupos que implementam o comércio de drogas, especialmente nas comunidades pobres. Todavia, para chegarmos a ele, torna-se necessário examinar alguns pressupostos discursivos que constroem uma representação do fenômeno impermeável à análise crítica. Trata-se, em um primeiro momento, de enxergar aquilo que nos impede de ver. (Barbosa, 2006)

Antonio Rafael Barbosa é professor do Departamento de Antropologia e do PPGA da Universidade Federal Fluminense (Rio de Janeiro). Desenvolve pesquisas com os seguintes temas: movimentos minoritários; práticas de uso e comércio de drogas; sistema penitenciário. É autor do livro “Um abraço para todos os amigos: algumas considerações sobre o tráfico de drogas no Rio de Janeiro” (EDUFF, 1998) e organizador da coletânea “(I)legal: etnografias em uma fronteira difusa” (EDUFF, 2013).

Antonio Barbosa nos estará acompañando el día lunes 5 de octubre a las a las 15:30 hrs, dictando la ponencia: Mudanças nas dinâmicas faccionais do crime no Rio de Janeiro a partir das “Unidades de Polícia Pacificadoras”

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